Whatever can come to a city can come to this city. . . Whatever can come to a woman can come to me. . . Whatever can happen to anyone can happen to me. . . Muriel Rukeyser, from “Waterlily Fire” (1962) (“Breathe-in experience, breathe-out poetry”, Inspira-experiência, Expira-poesia escreveu no seu primeiro livro.… [Ler mais…]
de mãos abertas aliança de madressilva iniciação
dentro no interior do som o gesto simples com um colar de olhar devagar um livro pousado nas coxas palavras coloridas mergulham dentro dos reflexos irrequietos na areia molhada. dlim dlão José Pedro Santos
Num sonho deram-me um pincel de muitas cores Para escrever nas pétalas uma mensagem às nuvens da manhã Li Shang-Yin
Encontros de luzes e sombras Quebras e rotundas A prancha silenciosa deitada na areia molhada Praia de Matosinhos
O grupo dos futebolistas à direita, Em frente o surfista Rasgando, a caminhante decidida E as gaivotas estáticas Como os seixos Praia de Matosinhos 3/02/2011
even lotus blossoms bend a bit… oh floating world! Issa
este dia sem sabor guarda todos os segredos abrir a caixa e tirá-los um a um
colocaram-me a etiqueta no pulso sonho n.º 11011159 segui a linha amarela no final do corredor virei à direita o sonho estava deitado numa maca à espera de uma radiografia interrogado por polícias tinha sido atropelado por um BMW e era fiel depositário de uma bicicleta muito ferida 13.02 chumani
abrigo os poemas da chuva com a manta dos meus desequilíbrios feita à mão: pente das pétalas encomendo bom vizinho às garrafas do vento. soigantas Pedro
Fevereiro 5, 2012
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